Psicologia e Dor

  Psicoterapia

     Todos nós temos uma história. Pacientes em dor não correspondem a exceção. Mudanças na vida, eventos como o desenvolvimento de uma doença, a morte de um ente querido ou ser exposto a um trauma severo, tudo isso é esperado que “reverbere” na memória e que este processo seja beneficiado ao ganhar voz. Sim, dor tem memória! O espaço terapêutico favorece à singularidade dos sujeitos, à diversidade de suas experiências, à sutileza de processos simbólicos e comunicacionais presentes na relação entre si e as pessoas, possibilitando assim, uma compreensão mais abrangente do que faz um contexto se tornar terapêutico, útil, e quais seriam as possibilidades e papéis da psicoterapia em tal processo.Acredito que psicoterapia pode ajudar o indivíduo a se sentir mais conectado consigo mesmo e com as pessoas que o cercam, ajudando-o a persistir em seus objetivos a partir de um suporte emocionalmente confortável para o compartilhar do que vem a ser chamado de obstáculo. Trabalho colaborativamente explorando passado, presente e possíveis perspectivas futuras com o objetivo de entender e se aproximar do que vem a trazer mais equilíbrio. A partir daí estratégias são criadas para lidar e/ou mesmo remover esses obstáculos. Trabalho ajudando pessoas com ansiedade, depressão, trauma, fobias, pânico, dificuldades alimentares, dificuldades relacionadas à imagem do corpo, situações relacionadas à identidade (tais como orientação sexual e multiculturalismo), impacto emocional relacionado às doenças e condições crônicas, violência familiar (crianças e adultos), terapia de casal, processos psicológicos na adoção, relacionamentos. Em meu histórico há experiências com arte e educação Intercultural (EUA, Inglaterra e França). Atuo em psicoterapia clínica envolvendo o processo e tratamento interdisciplinar da Dor e faço parte do grupo de estudos em psiquiatria infantil da USP - São Paulo, SP.

 

 

Psicoterapia

Dor

Psicoterapia e Dor

Depressão e Ansiedade

Síndromes Dolorosas Crônicas

    Dor

     A dor foi definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como “uma experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões. A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências”.Se a dor aguda é um mecanismo de defesa, a dor crônica é um estado patológico desagradável relacionado com a depressão endógena e a uma baixa qualidade de vida, tendo uma duração superior a três meses. É importante estabelecer relações interdisciplinares entre a medicina adjuvante, psicoterapia e terapias complementares nas terapias analgésicas e antiinflamatórias clássicas. De acordo com a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), a dor afeta pelo menos 30 % dos indivíduos durante algum momento da sua vida e, em 10 a 40% deles, tem duração superior a um dia. Constitui a causa principal de sofrimento, incapacitação para o trabalho e ocasiona graves conseqüências psicossociais e econômicas. Muitos dias de trabalho podem ser perdidos por aproximadamente 40% dos indivíduos. Não existem dados estatísticos oficiais sobre a dor no Brasil, mas a sua ocorrência tem aumentado substancialmente nos últimos anos. A incidência da dor crônica no mundo oscila entre 7 e 40% da população e, como conseqüência da mesma, cerca de 50 a 60% dos que sofrem dela ficam parcial ou totalmente incapacitados, de maneira transitória ou permanente, comprometendo de modo significativo a qualidade de vida.

 

 

Psicoterapia

  Psicoterapia

           e

         Dor

     Indivíduos com dor crônica e doenças não sofrem apenas fisicamente, o sofrimento emocional é comum. Dor emocional pode variar de raiva e tristeza para um entorpecimento emocional e depressão. Sarah Costa entende como dor crônica e dificuldades emocionais estão comumente entrelaçadas.Às vezes, desafios emocionais tornam-se tão ligados com um determinado estado físico que psicoterapia é considerada essencial para a recuperação do paciente. Psicoterapia pode ajudar indivíduos a se tornarem mais conscientes dos seus próprios mecanismos mentais, contribuindo desta forma para a transformação de padrões associados ao sofrimento para um gerenciamento mais efetivo de situações estressantes diárias, como questões familiares, interpessoais ou mesmo dificuldades no ambiente de trabalho. Transformar a percepção da dor a partir de técnicas de relaxamento, observação, ressignificação e, literalmente, treino, afetará inevitavelmente a experiência da dor, uma vez que os benefícios da psicologia se incluem no conceito de Dor Total. O tratamento psicoterápico faz parte da reintegração do bem estar do paciente e favorece para o seu retorno às atividades relacionadas às emoções positivas, saudáveis e significativas. A psicologia da dor visa a melhora da qualidade de vida, a readaptação e a reabilitação psicossocial e profissional do indivíduo, não apenas ao alívio da dor, uma vez que a dor crônica causa e é influenciada por agravantes como:

- Pior qualidade de vida

- Má nutrição

- Perda de peso

- Imobilidade

- Diminuição das atividades

- Distúrbios do sono

- Isolamento social

- Problemas familiares

- Problemas pessoais

- Problemas profissionais

- Problemas financeiros

- Medo

- Ansiedade

- Depressão

- Dependência

- Humor

- Lazer

 

 

    Depressão

             e

     Ansiedade

​     Estudos demonstram relação entre dor crônica e certas condições psicológicas. É fato que a serotonina tem um papel chave na regulação do humor e da ansiedade, que o desbalanceamento de cortisol, substância P, dentre outras substâncias influenciadas também pelo estresse, interações químicas, influenciam na experiência da dor e que a indicação de um profissional para intervenção médica, bem como de terapias complementares, serão medidas necessárias. No entanto, é de suma importância que o paciente se esforce para entender intelectualmente e emocionalmente o que se passa consigo, observando, lidando, ressignificando e modificando o que, em sua vida, reforça ou não sua experiência dolorosa. A parceria psicoterápica tem nesta rede de complexidades sua principal atuação.

 

 

     Algumas

     Síndromes

     Dolorosas

     Crônicas

Dor pós-operatória

Trauma

Câncer

Lombalgia e lombociatalgia

Cervicalgia

Síndrome miofascial

Fibromialgia

Tendinite

Epicondilite

Bursite

Síndrome do túnel do carpo

Osteoartrose

Neuralgia do trigêmeo

Herpes zoster e Neuralgia pós-herpética

Neuropatia diabética

Síndrome complexa de dor regional

Dor fantasma

Dor pós-acidente vascular encefálico

Lesado medular

Dor torácica

Dor pélvica

Cefaleias / Enxaqueca / Migrânea

 

 

 

Tel.

11 3280 1489 

11 99131 5088

11 94341 5165

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